31 de agosto de 2014

Taticamente melhor partida Colorada

Olhando só a parte tática, o Inter foi quase perfeito contra o Palmeiras.
Fizemos aquilo que o Abel sempre disse que iria fazer mas não conseguia.
Marcamos alto, pressão. Compactamos o time, aproximando todos setores. E quando atacamos, fizemos com vários jogadores.
Moura não esteve isolado, pois toda hora o JH entrava na área, o Sasha também. E ainda tinham os elementos surpresas Aranguiz e Wellington, que muitas vezes estavam na área para armar ou concluir jogadas.
E a transição da defesa para o ataque foi feita usando velocidade, só faltando um pouco mais de qualidade técnica para ter feito mais gols.

Taticamente acertamos o time e espero que o Abel mantenha esta estrutura tática nos próximos jogos.
Agora, tem que mexer só na parte técnica.
Se tem jogadores melhores para entrar, e tem mesmo, eles devem entrar mas mantendo esta estrutura tática.

Espero que o Abel não tenha acertado o time apenas para um jogo e mantenha esta organização nos demais, apenas colocando mais qualidade no time, sem alterar a maneira de jogar.

O Cruzeiro é assim, joga sempre do mesmo jeito, mesmo que tenha time titular ou misto os jogadores já sabem como devem se organizar e não mudam nunca, mesmo mudando escalações.


Espero que o Abel mantenha o que está certo e só faça ajustes para aumentar a qualidade do time, para que o time não oscile mais e nos consolidemos no Brasileirão.

27 de abril de 2014

Empate frustrante

Empatar fora de casa não chega a ser mal resultado, mas a forma como ocorreu é que deixou a torcida um pouco decepcionada.
O Botafogo é um time médio, tem alguns bons jogadores, como Jorge Wagner, Lodeiro, Jefferson, Emerson Sheik, mas era jogo para o Inter vencer e se consolidar na liderança do Brasileirão.

O primeiro tempo do Colorado foi excelente. Valdívia e Aranguiz jogaram muito, com Rafael Moura aproveitando bem as chances que teve.
Mas, no segundo tempo, de novo, assim como foi na estréia, o time esteve mais desligado, marcou menos, atacou pouco, e deu chances pro Botafogo empatar.

Desta vez o Abel foi mal nas substituições, colocou o Gladestony que errou praticamente tudo que tentou, sentiu demais o jogo.
Era momento de ter colocado o Ygor, como o Abel vinha fazendo nos jogos anteriores e com sucesso.
Otávio no lugar do Valdívia também foi uma escolha ruim, pois Valdívia vinha bem, a não ser que o Valdívia tenha acusado algum problema, não teria sentido tirá-lo para colocar um jogador que vinha de lesão e estava sem ritmo.
Com isso, o abel chamou o Botafogo mais ainda para dentro do nosso campo, até conseguir empatar.

Dida falhou, assim como nossa zaga, que ficou olhando nos dois gols.
Fabrício deu muitos espaços pelo seu lado, marcando a distância, parecia cansado no segundo tempo.

Agora é encarar a Copa do Brasil, eliminar o Cuiabá já no primeiro jogo e buscar duas vitórias no Beira-Rio na sequencia do Brasileirão, pois, depois destes jogos, só em julho para jogarmos de novo no Beira-Rio, por isso, é importante sempre ganhar em casa, principalmente contra adversários fracos, como os que vamos pegar, e tentar beliscar algumas vitórias fora.

13 de abril de 2014

Chocolate Colorado, o Tetra-Campeão Gaúcho

Diferente do gre-Nal passado, que o gremio entrou como favorito, o Inter é quem entrou como favorito no gre-Nal decisivo.
Jogo em Caxias, fora de nossa casa, e ainda por cima o Colorado como favorito, coisa que sempre acaba sendo ruim, pois os favoritos costumam se dar mal nos gre-Nais.

Mas desta vez o favorito venceu, mais que venceu, goleou, impiedosamente, um chocolate antecipado de Páscoa.
Foram 4x1 hoje, 6x2 na soma dos dois jogos, uma goleada para desmanchar qualquer dúvida de quem manda nessa Terra, aonde o Colorado é o verdadeiro dono faz 4 anos.

Não poderia dar outra coisa quando um time tem D'Alessandro, Aranguiz, Alan Patrick e Alex ao mesmo tempo no meio-campo.
Esse quarteto é realmente fantástico.
Parabéns ao Abel, que conseguiu escalar os 4 ao mesmo tempo sem perder na marcação, coisa que eu achava difícil acontecer.
E o Abel foi excelente nos dois intervalos de gre-Nal, pois em ambos o Inter voltou muito melhor no segundo tempo.

O que dizer do quarto gol Colorado?
Outra obra prima Colorada, um gol para entrar para a história como um dos mais bonitos em gre-Nais.

Agora é esperar que o Beira-Rio seja totalmente liberado e que consigamos manter este desempenho no Brasileirão, aonde teremos adversários mais fortes que os do nosso interior, mas o que me anima, é que poucos times do Brasileirão são mais fortes que o gremio, e contra este nós fomos bem superiores.
Temos que entrar com a mesma vontade que tivemos no segundo tempo de cada gre-Nal, aonde jogamos um futebol sensacional.
Se conseguirmos repetir este futebol no Brasileirão, podemos sonhar em disputar este título, que estamos tantos anos esperando para comemorar.



30 de março de 2014

Baita vitória Colorada, a primeira de muitas na Arena

Toda vitória de virada tem um sabor especial, e este gre-Nal mais ainda, pois foi nossa primeira vitória na Arena, que já virou nosso novo salão de festas.

O Inter fez um primeiro tempo razoável, aonde o gremio ganhou de 1x0 e o placar foi justo, visto que o Inter até teve uma grande chance com o Alex, mas o gremio, além do gol, ainda perdeu outros dois gols.
Mas no segundo tempo foi um banho de bola do Colorado, poderia ter sido 4x1 tranquilamente, pois o Macelo Grohe fez milagres para evitar uma vitória mais elástica do Inter.

A saída do Jorge Henrique, que só jogava porque...porque...bom, sei lá porque, deve ser porque o Abel acha ele um cara legal, pois futebol, este ano, não mostrou, ou seja, qualquer opção no lugar do Jorge Henrique, seja o Sasha, Alan Patrick, Murilo ou outros, melhoraria o time.
Além disso, o Alan Patrick entrou muito bem.
Somando-se a isso o fato de que finalmente o Abel admitiu que o Aranguiz joga melhor ficando liberado para chegar na frente do que ficando atrás.
Assim, Aranguiz desequilibrou.

O Inter achou uma cara de time, minha única dúvida é se deveríamos ter mais um volante, como o Ygor, mas pelo menos já melhoramos ao tirar o Jorge Henrique e colocar um jogador que é melhor em todos os quesitos que ele. O time passa a controlar o jogo, bota o adversário prá correr e aí se desgasta menos.

Agora quero ver punirem o gremio pelos atos racistas, presenciados por muitos, coisa que nem ocorreu com o Esportivo e mesmo assim ele foi punido.

Foi uma vitória histórica, a primeira de muitas na Arena, mas espero que o salto alto não ocorra, pois acredito que isso ocorreu com o gremio, eram todos, mas todos os torcedores falando que ganhariam o gre-Nal de forma fácil, falavam em goleada, a imprensa toda dizia que o gremio era superior e a famosa arrogância gremista ajudou a derrubar o gremio.
Que o Colorado agora não seja contagiado pelo espírito do já ganhou. Pois em 2011 o gremio teve vantagem parecida e se deu mal.
Temos que ter a mesma humildade, marcar muito como fizemos no segundo tempo e buscar o gol sempre, pois a melhor forma de respeitar o adversário, é jogar com toda concentração e empenho.



17 de março de 2014

A injustiça da perda de pontos

A Portuguesa e agora o Passo Fundo são alguns exemplos de times que perderam pontos por colocarem jogadores em campo que não tinham condições de jogo.
A minha opinião sobre isso é que os clubes não deveriam ser punidos, os que deveriam ser punidos seriam a CBF e/ou Federações.

Explico, a CBF, FGF e demais federações deveriam ter um mínimo de organização, informatizar seus cadastros e decisões dos tribunais.
Feito isso, o responsável da CBF e/ou Federações, para organizar um jogo de futebol, deveria checar a lista de jogadores que os clubes enviassem para serem titulares e reservas de um jogo, se algum jogador estivesse irregular, o responsável da CBF ou Federação, retiraria previamente este jogador da partida, evitando que qualquer jogador entrasse em campo de forma irregular, consequentemente, 99% dos processos solicitando pontos de outros times, iria acabar.

Mas porque a CBF e federações não fazem isso, visto que tem dinheiro de sobra para investir em sistemas deste porte e em logística para mantê-los?

Não sei, mas se não fazem, não poderiam culpar os times, muitas vezes times pequenos e sem condições de estarem tão bem informados sobre tudo que se passa com seus jogadores, que muitas vezes tem punições que foram criadas quando estavam em outros times, dificultando ainda mais que um clube pequeno tenha este tipo de informação.

Se a CBF e federações, que deveriam dar todo o apoio aos clubes, não conseguem isso, é injusto cobrar isso dos clubes, principalmente os pequenos.

13 de março de 2014

Inter estréia com goleada na Copa do Brasil

Uma goleada sonora do Inter, 6x1 no Remo, para não deixar nenhuma dúvida da superioridade Colorada.
Gilberto, Willians e Rafael Moura foram os destaques do time.
O He-Man comprova que sabe chutar em gol, bate consciente na bola, bem diferente do Damião, que fechava os olhos e mandava a bomba.

Se é uma coisa que não gosto é de centroavante que não sabe chutar em gol, por isso reclamava tanto para alguém treinar este fundamento com o Damião.
Pelo menos isso o Moura vem mostrando boa produção, fazendo gols aonde ele mostra inteligência, preferindo colocar a bola fora do alcance do goleiro do que simplesmente chutar forte sem se preocupar muito com a direção do chute.

Preocupante foi a atuação do Paulão, que mesmo contra um adversário fraco, conseguiu ir muito mal.

Agora é focar no Gauchão e esperar que o Abel faça alguns ajustes na equipe, pois deixar apenas o Willians na marcação, pode dar certo contra times fracos, mas no Brasileirão vai ser complicado.

2 de fevereiro de 2014

Titulares iniciam o ano com goleada

Os 4x1 do Inter em cima do Cruzeirinho foram justos e mostram que o time Colorado vem com mais pegada e qualidade este ano.

Os 3 novos jogadores, Gilberto, Aranguiz e Paulão, foram muito bem, sendo acréscimos em relação aos do ano passado.
Além deles, Alex, melhor condicionado, mostrou finalmente um futebol parecido com aquele Super Alex do passado, com isso, é mais um acréscimo ao time do ano passado.

D'Alessandro, como sempre, o maestro do time.
Rafael Moura, mesmo não tendo grande atuação, mas foi decisivo em dois lances, dando passe para um gol e fazendo outro.
Fabrício e Willians também tiveram boa participação.

A posição que não me agradou foi a desempenhada inicialmente pelo Jorge Henrique e depois pelo Otávio.
Acho que esta posição está precisando de mais qualidade e talvez tenhamos que contratar outro jogador ou tentar revelar alguém do Inter B.
 

24 de novembro de 2013

Inter adia fim da agonia

E o Inter não teve a força necessária para acabar hoje com a agonia do rebaixamento, que segue rondando e só quem não entende de futebol é que fica se apegando em estatísticas para justificar tranquilidade sobre o nosso possível rebaixamento.

Estatística não entra em campo, se fosse se basear só na estatística, o Fluminense não teria ganho várias partidas em sequencia e conseguido escapar do rebaixamento anos atrás.
Estatística diz que os times da zona do rebaixamento devem seguir com campanhas de rebaixamento nas últimas rodadas, e sabemos que pode não ser bem assim, um time que vinha mal, pode chegar e enfileirar 2 ou 3 vitórias nos jogos finais, ir contra as previsões e escapar do rebaixamento.

Pode, tudo pode, enquanto matematicamente não estiver definido.
Já dizia a máxima, futebol é uma caixinha de surpresas.

Só não é surpresa o futebol Colorado.
Até jogamos um bom primeiro tempo, mas no segundo, quando poderíamos ter definido o jogo, achei o Clêmer mais preocupado em segurar o jogo do que alterar o time para ganhar.
Ednei por Alex, que na prática foi tirar o Jorge Henrique do meio e colocar o Alex no seu lugar, não alterou taticamente o Inter.
Deveria ter colocado o Alex, mas poderia ter ousado mais.
Além disso, foi a única alteração do Clêmer.
Faltou colocar um atacante a mais, talvez Caio, talvez Forlán, mas poderia ter tirado o Josimar, que era o jogador que mais aparecia dentro da área para concluir a gol, por alguém que concluísse melhor que o Josimar, para assim tentar a vitória.

Mas o Clêmer preferiu segurar o resultado, adiar de novo o fim desta agonia de rebaixamento.
O Flu perdeu, foi bom, mas até o Vasco, que parecia morto, se aproximou. É verdade que tá 5 pontos do Inter, mas pega o Nautico em casa, com certeza diminuirá a diferença pro Inter para 3 ou 2 pontos, caso a gente não vença o corinthians, algo que parece provável, pelo futebol pouco efetivo que estamos jogando.
Ou seja, já aparece dois entre os rebaixados que podem chegar a nosso alcance na última rodada, o que aumenta muito as possibilidades.
Eu olho e olho a tabela, vejo os jogos que os outros ainda tem, e não consigo ter a tranquilidade que muitos Colorados demonstram.

Me parece bem provável que chegaremos na última rodada ainda precisando de pontos para não escapar do rebaixamento, o que é muito perigoso.
A que ponto essa direção nos deixou, mas quem leu as entrevistas com os últimos vice de futebol que tivemos na ZH de hoje, nada disso surpreende e é até previsível pelo que eles falaram.

27 de outubro de 2013

Tá mais triste do que nas décadas de 80 e 90

Os mais novos me perguntam como aguentei sendo Colorado nos anos 80 e 90.
Digo a eles que a coisa nem foi tão ruim assim, mas eles não acreditam, visto que ganhamos apenas um título nacional, em 92.
Enquanto isso, o gremio ganhando tudo.

Digo que não foi tão ruim, porque o Inter era um time de altos e baixos, fazia jogos horríveis, mas outros memoráveis, com muitas goleadas contra grandes times.
Perco a conta das goleadas que tivemos contra Corinthians, Flamengo, Atlético-MG, Santos, Vasco, Palmeiras, gremio e outros neste período.
Eram 4x0 em alguns, 6x0 noutro, tinha 5x2 e mais alguns 4x1 em vários grandes do Brasil, para termos muito do que falar a semana toda.
Também disputamos os títulos de 1987 e 1988, indo também muito bem em 1985 e 1997, além do já falado título da copa do Brasil de 92.

Foram muitas vezes que me orgulhei do meu Colorado. Por partidas memoráveis. E algumas boas campanhas.

Agora, de 2006 em diante, os títulos apareceram, mas de uns tempos para cá, os títulos sumiram, mas diferente das décadas de 80 e 90, aonde podíamos compensar com partidas inesquecíveis, tenho poucos jogos para guardar de recordação nestes últimos anos.
As goleadas sumiram, os jogos que não valeram título, mas me encheram de orgulho de ser Colorado, sumiram.
Quando ganhamos de alguém, como foram nos 4 jogos seguidos que ganhamos neste Brasileirão, foram no sufoco, com o adversário tendo mais chances de gol que nós e nos amassando em determinados momentos.
Mesmo contra pequenos, é um sufoco para ganhar sempre.

Se nas décadas ruins a gente tinha altos e baixos, agora é uma regularidade só, o desempenho é quase uniforme, não tem mais altos e baixos, é muito mediano tudo que acontece.
Com isso, não tem nem aquelas partidas de grandes atuações, que fazem o nosso coração dar uma recarregada, podemos ir nos bares e conversar sobre a grande atuação do time, a imposição do Colorado em pleno Maracanã virando uma partida, coisa que já vi no passado(lembram do Leandro Machado fazendo isso no Flamengo em pleno Maraca?).

Pois é, os anos 80 e 90 nem foram tão complicados de se passar, tenho muitas boas lembranças deles, e quase nada nestes últimos 3 anos.
Não sei quanto ao resto dos Colorados, mas estes 3 anos sofri muito mais que nas décadas de 80 e 90.
E para completar, o gremio ameaça voltar a ter conquistas, aí não terei mais nada para compensar o mal momento do time, que antes, nas décadas de 80 e 90, pelo menos eram compensadas com algumas atuações de encher os olhos, mas agora, parece, será um período ainda mais sombrio do que já foi.

Tomara que tudo isso acabe logo, pois os Colorados não querem mais sofrer como em 80 e 90, ou até pior do que nestes anos, que é o que vem acontecendo atualmente.


20 de outubro de 2013

Empate justo no gre-Nal

O gre-Nal, geralmente, é decidido nos detalhes, e este empate de hoje pode ser resumido assim.
Os dois times tiveram chances de marcar gols, mas o gol contra do Jackson foi um detalhe infeliz para o Colorado, difícil um time conseguir se recuperar de um erro destes em um clássico, quando o erro ocorreu, sabia que o time iria se abater, ainda mais que foi no final do primeiro tempo.

No segundo, mesmo o Inter esboçando uma melhora, tomamos outro gol difícil de acreditar, pois foi um contra-ataque de uma falta que o D'Ale acertou incrivelmente a barreira de um jogador, aí tivemos várias chances de matar a jogada e não fizemos a falta.
O gremio matou muitos contra-ataques Colorados com faltas, mas fomos ingênuos neste lance e tomamos o segundo gol.
Mais um gol de detalhe.

Pelo menos, no final, aconteceu o empate, acredito que justo, mesmo o gremio tendo boas chances no segundo tempo, não podemos esquecer que o Inter deu um gol pro gremio e teve que buscar fazer dois gols, aonde mostramos nossos méritos para justificar pelo menos o empate.

O gre-Nal é um campeonato a parte, é um jogo desvinculado do resto do campeonato Brasileiro.
Acredito que o Inter mostrou uma boa postura, marcando forte e com poder de reação.
Se jogássemos sempre assim, estaríamos bem melhor no Brasileirão.

Agora é esperar o médio time do Atlético-PR, um time que não tem nada de especial além do fato de ser bem organizado e ter alguns atacantes velozes, mas é muito menos time que o Inter.
Se o Inter conseguir chegar nesse jogo bem organizado, marcando forte os atacantes deles, acredito que seguiremos na Copa do Brasil.

13 de outubro de 2013

Boas novas: Goleada e Clêmer efetivado

A goleada de 4x1 em cima do Nautico nos coloca 8 pontos da zona do rebaixamento e com algumas esperanças de G4.
Hoje o time vacilou bastante no primeiro tempo, possibilitando o Nautico empatar o jogo e até ter chances de virar.
Mas após a entrada do Fabrício no lugar do apagado Scocco, o time melhorou, apesar que só ampliou depois que o Náutico teve um jogador expulso.

Além de Scocco, Airton e Juan também jogaram mal.
D'Alessandro voltou a jogar bem, coisa que faltou contra o Flamengo, e em grande estilo, pois fez ótima partida, decidindo o jogo a nosso favor.
Otávio também foi bem, além da boa entrada do Fabrício, que jogou equilibrou o meio-campo, evitando que o Nautico crescesse no jogo e abrindo espaços para nossas jogadas ofensivas.

Clêmer tem tendado fazer a renovação que outros técnicos ficaram com medo de fazer. É o seu terceiro jogo e é o terceiro jogador da base que ele coloca, já tinha colocado Valdívia e Alex Santana, agora foi a vez do volante João Afonso, que mostrou personalidade e em 15 minutos já deu para ver que joga mais que o Airton, o que não é difícil.

Com a confirmação da efetivação do Clêmer até o fim do ano, algo que a direção 3 dias atrás negava veementemente, vamos poder dar continuidade para um técnico emergente, que está cheio de vontade, cheio de boas idéias, e com grande conhecimento de nossa base, sendo o técnico ideal para começar a renovar este grupo, coisa que é imprescindível, pois não dá mais para ter tantos veteranos no time ao mesmo tempo.

Caxias está nos recuperando no campeonato, pena ter perdido tempo jogando em NH.

Estamos na semana gre-Nal, clássico que pode dar muita confiança ao vencedor.
O que o Inter mais precisa é de confiança e para isso, um jogo na Vila Belmiro e o gre-Nal em caxias podem nos trazer, pois um nos remete para um tabu de nunca ter vencido lá e o outro é um campeonato a parte.

Tudo pode acontecer, mas espero que o Inter termine uma semana perfeita, com mais duas vitórias e seguindo vivo o sonho de jogar a Libertadores ano que vem no novo Beira-Rio.


6 de outubro de 2013

Clêmer, Caxias e Damião, Inter volta a ter a garra costumeira

Vitória da raça Colorada em cima do Fluminense.
Vitória em Caxias, muito melhor, mas muito melhor do que jogar no puxadinho de NH, que tem um péssimo gramado, aonde os jogadores escorregam até quando o tempo não tem chuva por dias.
Vitória de Damião, que entendeu que não podia mais ser o jogador que vinha sendo e precisava ser o jogador humilde que começou, que batalha o jogo todo para superar a parte técnica e fazer os gols decisivos que fazia antes.

E vitória de Clêmer, que injetou ânimo ao time, escalou bem taticamente, armou bom sistema defensivo, não teve medo de colocar a gurizada em campo, e sempre projetou o time para manter velocidade, seja com Otávio, Caio ou Valdívia, mas a velocidade foi a tônica.

Agora um pedido para a direção, deixem o Clêmer trabalhar e não incomodem mais querendo trazer medalhões, já chega encher de jogadores medalhões, apostem mais no novo e o Clêmer é o novo, com muito bom embasamento, pois foi um sucesso nas categorias de base.
É Clêmer até o fim do ano, depois a gente vê o que faz, mas pelo menos deixem o Clêmer mostrar seu valor.


3 de outubro de 2013

Hora de mudar

Mudanças radicais tem que ocorrer, pois o time Colorado repete seus defeitos em todos os jogos, e cada vez fica pior.
O time joga sem vontade, sem força, sem organização e sem velocidade.
A diretoria toda deveria pedir para sair, por total incompetência de montar um time gastando fortunas e endividando o clube a ponto de estarmos com nossas contas comprometidas.
A desculpa de não ter estádio já não cola mais, só olhar o fraquíssimo Vasco, jogando em Macaé e ganhando fácil de nós.

Infelizmente o Dunga precisa sair, não lhe deram condições para montar um time equilibrado, vendendo errado e comprando mais ainda errado.
Vendemos nosso melhor zagueiro e não trouxemos ninguém.
Vendemos Fred, que era o motor do time, marcava e jogava, e ficamos com um meio campo aonde ninguém arma e ninguém marca.
Até D'Alessandro hoje sucumbiu com a falta de companhia.
O Inter é hoje um time de segunda linha, joga como os times da segunda divisão, não consegue se impor e por isso fica sempre correndo atrás do resultado.

Em 2010 perdemos pro Vasco no Rio, levando 3 gols, e o Fossati caiu, vindo o Roth para nos dar a Libertadores em 4 jogos.
É brabo dizer isso, mas quero o Roth, para não correr mais riscos de rebaixamento, arrumar nosso sistema defensivo e buscar a Copa do Brasil nos 5 jogos que faltam.

15 de setembro de 2013

Boa Dunga

Inter venceu o Criciúma com todos os méritos, apenas o placar foi meio magro, pois o Inter merecia uma vantagem maior que apenas o 1x0.
Podemos dar desconto que jogamos contra uma das mais fracas equipes do campeonato, mas o Inter mostrou uma postura bem melhor que nos últimos dois jogos.

Dunga arrumou a marcação Colorada, recolocou o Airton no time titular, que guardou posição o tempo todo e não deixou nossa zaga desprotegida, coisa que era comum nos últimos jogos.
Além disso, Dunga deu um jeito de colocar Alex e D'Alessandro sem deixar o time com pouca marcação, pois Josimar e Airton fizeram grande marcação e Alex e D'alessandro deram a qualidade necessária na armação das jogadas.
O time foi mais compacto, defendendo e atacando em bloco, além de mostrar mais vibração em campo.
Marcamos muito e buscamos o gol o tempo todo, impondo o ritmo do jogo os 90 minutos.
Assim que o Inter precisa jogar sempre.

Encostamos no G4, Corinthians e Coritiba, que vinham logo atrás de nós, marcaram passo e ganhamos boa vantagem.
Agora é tentar manter essa solidez defensiva, sem esquecer de atacar, para entrar de vez no G4 e não sair mais.

5 de setembro de 2013

Inter passa por cima de tudo e volta a vencer

Desta vez não adiantou o juiz roubar escandalosamente do Inter, mesmo assim, o time mereceu a vitória.
O penalti não marcado foi algo de muita sacanagem, pois foi muito penalti.
Quando foi a última vez que marcaram um penalti pro Inter no Brasileirão?
Ano passado não tivemos nenhum, e este ano acho que também não, aí é brabo mesmo...

Dunga acertou o setor defensivo, fez o time ter mais inteligência e vontade para marcar da forma correta.
O Corinthians teve uma chance no primeiro minuto de jogo e nada mais o jogo todo.
Excelente atuação do Índio.

O Inter também não criou muito, mesmo assim, tivemos um gol anulado de forma polêmica, um penalti incrivelmente não marcado e um golaço de falta do D'Alessandro.
Além disso, fomos o time que rondou mais tempo a área de ataque, faltando apenas acertar o último passe.

Com esta vitória, fechamos 9 jogos invictos, algo difícil de um time conseguir.
Agora que venha a Ponte(fora), Santos(casa) e Vitória(casa), vamos passar por cima deles e entrar na briga das primeiras posições.