2 de fevereiro de 2012

D'Alessandro comanda classificação Colorada

Os 2x2 entre Inter e Once Caldas mostraram o que foi o jogo, muito igual, inclusive os gols foram parecidos, cada um fez um gol de penalti e cada um fez um golaço, com tabelas rápidas e envolventes.
O Inter teve as chances mais claras de gol, mas o Once Caldas também pressionou bastante e estava sempre chutando ao gol do Inter.
Se tivesse um vencedor, seria mais justo que fosse o Inter.

Um dos motivos da classificação Colorada foi D'Alessandro, o maestro Colorado decidiu em Porto Alegre e decidiu de novo em Manizales.
Jogou demais, comandou o time, organizando todas as jogadas de ataque, além de ditar o ritmo correto para a equipe atacar no momento certo e segurar a bola quando era mais apropriado.

Oscar, Índio e Guinazu também foram outros gigantes.
Muriel deu uma vacilada ao espalmar para frente no segundo tempo, mas por sorte o jogador deles estava impedido, mas é um erro preocupante, pois o Muriel tem feito isso com certa frequencia.
Nei fez um penalti ridículo, que quase comprometeu nossa classificação, ainda bem que isso não teve maiores consequencias.

Agora é recuperar o time para o gre-Nal.
Precisamos jogar o gre-Nal com todos os jogadores que estiverem em boas condições físicas.
E depois iniciar a fase de grupos da Libertadores com toda força na quinta-feira, com uma grande vitória.

30 de janeiro de 2012

D'Alessandro explica porque resolveu seguir no Inter

D'Alessandro, maior ídolo do atual time Colorado, resolveu ignorar a proposta financeiramente melhor dos Chineses e seguir no Inter.
Abaixo transcrevo sua entrevista coletiva explicando tudo que aconteceu até ele tomar a decisão de seguir no Colorado.
É uma entrevista para ler e guardar, pois é de um jogador que já escreveu seu nome na história do Inter e espero que siga nos ajudando a conquistar muitos títulos.
Obrigado D'Alessandro por ter ficado, obrigado direção Colorada por ter conseguido segurar nosso maior ídolo.

D'Ale revela que torcida à porta de sua casa foi decisiva para permanência no Inter
Jogador ainda projeta encerrar carreira no River, mas revela: "O dia em que eu sair do Inter vai ser difícil"
Fonte: ClicRBS


D'Alessandro concedeu na manhã desta segunda-feira sua primeira entrevista coletiva após a decisão de permanecer no Beira-Rio e desprezar os milhões de euros oferecidos pelos chineses do Shanghai Shenhua. O camisa 10 participou do treinamento desta manhã no gramado principal do Beira-Rio e, após os trabalhos, falou por cerca de 15 minutos na sala de entrevistas do estádio. Visivelmente emocionado, com um senblante feliz e muito calmo, El Cabezón esta acompanhado pelo diretor-técnico Fernandão. Apesar de o ídolo e ex-capitão dos títulos da América e do Mundial não ter feito declaração alguma, foi enaltecido pelo argentino em meio às respostas aos jornalistas.

- A minha escolha foi a certa: aqui todo mundo é igual. O Inter é um grupo, todos são importantes aqui. E pedi para ele (Fernandão) me acompanhar na entrevista porque é um ídolo do clube - resumiu o argentino.

Leia abaixo algumas das declarações de D'Alessandro na coletiva:

A escolha pelo Inter:
"A verdade é que foram duas semanas que não foram fáceis. Recebi uma proposta da China, proposta economicamente muito importante. Em um primeiro momento pensei no futuro da minha família, futuro dos meus filhos. Mas mantive o contato com o clube, com o Fernandão, que foi uma pessoa muito importante para mim - ele e o Giovanni (Luigi). Mantive o contato para passar a minha ideia e eles passassem a deles. Fiquei muito feliz com o posicionamento deles. O clube poderia dizer que era importante a proposta a deixar para mim decidir. Mas o interesse deles para eu ficar no clube foi muito importante. Acho que toda esta história teve um final feliz, tanto para mim quanto para o clube. O que pesou foi o carinho que eu tenho pelo Inter, o carinho que eles têm por mim. Não falo apenas da torcida, falo dos funcionários do clube. A tia que faz o lanche, o pessoal da portaria. Vivi coisas que nunca tinha vivido no Inter. O carinho do torcedor colorado. Decidi ficar aqui no clube que me acolheu, que à base de esforço e dedicação junto com o grupo conseguimos manter o nível e conquistar títulos importantes."

Valorização:
"O Inter também recebeu uma proposta importante. Na minha última renovação eu tinha falado com Fernandão e Luigi que se chegasse uma proposta boa para mim iríamos conversar. Não preciso assinar nada com o Giovanni nem com o Fernandão, confio neles. O que senti no clube? Me senti importante. E uma pessoa se sentir importante no trabalho é algo que valorizo muito. Me senti valorizado por meu companheiro. Algo que você não tem como comprar. Nunca ia pedir para o Inter cobrir a proposta da China. Eu não posso mudar o clube, até porque se eu sair o clube, o inter continua sendo grande. Houve o momento em que chegamos a um acordo, eu coloquei muita coisa na balança, minha vida aqui em Porto Alegre, minha esposa, amigos. E ficou fácil a minha decisão."

Paixão do torcedor:
"Fui juntando estas duas semanas. Aconteceram coisas estranhas, novas, que eu nunca imaginei que aconteceria comigo. Até porque nunca vivi isso, nem na Argentina. Recebi carinho de muita gente. Parava para colocar combustível e o cara do posto dizia "Fica". Onde moro, os porteiros perguntavam. Ia buscar meu filho na escola e era muita coisa a cada dia. O torcedor se manifestando na rua. E eu não acredito ainda, fico muito emocionado, com a manifestação do torcedor na porta da minha casa, à meia-noite, pedindo para eu ficar. Foi algo inesquecível. Eu vou juntando essas coisas. Não imagino outro lugar que vou receber mais carinho que aqui."

Encerrar a carreira:
"Meu pensamento é o mesmo: sou muito agradecido ao River e minha ideia é encerrar a carreira lá. Mas o Inter continua ocupando um lugar muito importante no meu coração. O dia que eu sair do Inter vai ser difícil. Ainda mais difícil que uma final. A importância do Inter é muito maior do que um jogador. Mas eu me senti importante. Não vou chorar na frente de vocês, mas foi difícil."

Libertadores:
"Não poderia fugir da minha responsabilidade de jogar. Não consegui jogar contra o Novo Hamburgo por causa da torção no tornozelo, mas depois fiquei à disposição. Não quero fugir da responsabilidade, quero ajudar o Inter. Jogar uma libertadores é muito importante. Minha ideia nunca foi fugir da responsabilidade e isso foi importante para mim."

26 de janeiro de 2012

Começamos muito bem a Libertadores

A vitória de 1x0 sobre o Once Caldas não reflete o jogo, pois deveríamos ter feito dois ou três gols que estaria melhor, mas a atuação Colorada no primeiro tempo é de deixar qualquer Colorado com esperanças renovadas de uma boa campanha na Libertadores, pois o time jogou muito bem, acima do esperado.

No segundo tempo, a queda esperada, mas sem muitos sustos.
O time todo cansou de forma preocupante, apesar que sabemos que início de temporada é assim mesmo, mas no jogo de volta, na altitude, será preocupante este mesmo desempenho.
Marcos Aurélio e João Paulo decepcionaram, pois não deram a contribuição esperada.

Gostei da zaga, muito segura, não corremos riscos maiores, apenas arremates de fora da área.
Os volantes também foram bem.

Resumindo, ótimo primeiro tempo, preocupante segundo tempo. Mas o resultado, considero que foi muito bom.
Temos que montar uma estratégia para que na Colômbia nossa oscilação seja menor, até prefiro que o primeiro tempo seja apenas bom, desde que o segundo tempo o nível se mantenha igual.

E que segurem o D'Ale, ele será vital na Colômbia.

23 de janeiro de 2012

Comparativo dos jogadores da Libertadores 2011 com 2012

Comparando a lista de 2012 com a lista da Libertadores de 2011, temos o seguinte:

- 12 jogadores de 2012 são os mesmos da Libertadores de 2011.
- Abaixo as diferenças e em que ano estávamos melhor, 2011 ou 2012:

2011- Lauro (goleiro), 2012- Agenor. vantagem: 2011
2011- Wilson Matias (volante), 2012- Sandro Silva. vantagem: 2012
2011- Rafael Sobis (atacante), 2012- Dagoberto. vantagem: similar
2011- Glaydson (volante), 2012- Josimar. vantagem: similar
2011- Sorondo (zagueiro), 2012- Dalton. vantagem: 2011
2011- Juan (zagueiro), 2012- Moledo. vantagem: 2012
2011- Andrezinho (meia), 2012- João Paulo. vantagem: 2011
2011- Fernando Cavenaghi (atacante), 2012- Gilberto. vantagem: 2011
2011- Daniel (lateral), 2012- Zé Mário. vantagem: 2012
2011- Alecsandro (atacante), 2012- Jô. vantagem: 2011
2011- Rodrigo (zagueiro), 2012- Elton. vantagem: 2012
2011- Zé Roberto (meia), 2012- Fabrício. vantagem: 2011
2011- Alex (atacante), 2012- Marcos Aurélio. vantagem: 2012

Ficou 6x5 a favor de 2011.
Algumas posições os jogadores são similares e tive que forçar a comparação de um zagueiro com volante, que foi o Rodrigo com Elton, pois ano passado tivemos um zagueiro a mais e neste ano um volante a mais.
Resumindo, o grupo do ano passado era ligeiramente melhor do que o deste ano, e ano passado não passamos das oitavas de final.

20 de janeiro de 2012

Campanha "Fica D'Alessandro", o Inter não pode perder sua Alma

Abaixo reproduzo texto do excelente jornalista Juremir Machado, no qual, assino embaixo, afinal, a campanha "Fica D'Alessandro" foi lançada e está a todo vapor:

Porto Alegre, 20 de Janeiro de 2012
Fica, D’Alessandro. A massa colorada vai ficar calada?
De Juremir Machado: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/?p=2156

D’Alessandro joga muito.

É o cérebro, o coração e, como diz Hiltor Mombach, a alma do Inter.

Sem ele, o Inter é um time castrado.

D’Alessandro recebeu proposta da China.

Se sair, acaba o sonho colorado do tri da Libertadores.

Até a contratação de Dagoberto perde o sentido.

D’Alessandro é o melhor jogador do Inter desde Falcão e Carpegiani.

Além disso, é mais vitorioso internacionalmente do que eles.

Se ficar, poderá se tornar um mito do Inter e um dos meio-campistas mais vencedores do colorado.

Se sair, o Inter provará que é pequeno.

Alguém vai tirar Messi do Barcelona?

O Santos reteve Neymar.

O que o Santos tem que o Inter não tem?

Se D’Ale sair o Inter merecerá receber dez vezes menos verba de tevê que o Santos.

Só clube pequeno deixar sair o seu craque uma semana antes de começar a sua competição mais importante.

Negócio da China?

Negócio da China é ser campeão do mundo, morar perto de Buenos Aires e ganhar o dinheiro que se merece.

Essas coisas mostram que o Brasil ainda é uma republiqueta de bananas.

Qualquer país, até a quebrada Espanha, nos tira os maiores talentos.

Somos um país exportador de alimentos e de homens.

Só ficamos com o resto.

Se D’Ale sair será a prova de que não passamos de um exportador de commodities, de um entreposto da Europa e da Ásia.

Qualquer dia, a África levará nossos melhores jogadores.

É verdade que alguns voltam ligeiro.

Mas D’Ale, se for, não voltará.

Alguns não o entendem.

Acham que ele é encrenqueiro.

O talento sofre com a injustiça e com a mediocridade dos outros.

D’Ale perde a calma, explode, chuta o balde.

É o preço que paga a si mesmo por ser fora de série.

A torcida colorada deveria cercar o Beira-Rio para impedir a saída de D’Ale.

O quadro é apavorante.

O Grêmio não para de se reforçar.

Vive ameaçando com Giuliano, Carlos Eduardo e sei lá mais quem.

E o Inter?

Nada.

Ninguém entra.

Vai ser D’Alessandro?

É peça sem reposição.

Nem R10 joga tanto quanto ele.

Só se vier o Messi.

Exagero?

D’Ale é o Messi deste fim de mundo que pode ser saqueado até pelo futebol da China.

Será que D’Ale será vendido para ajudar a Andrade Gutierrez a começar as obras do Beira-Rio?

Vender D’Ale sete dias antes da pré-Libertadores é um crime de lesa-clube.

Sem ele cada adversário do Inter será um gigantesco Novo Hamburgo.

Se ele sair, proponho que se devolva Dago ao São Paulo.

E que o Inter tenha como prioridade o Gauchão.

Que se venda o Beira-Rio, mas que D’Ale fique.

Que não tenha Copa do Mundo no Beira,-Rio, mas que D’Ale fique.

Será que o Inter vai voltar a ter a alma de perdedor de antes de 2006, quando se deixou roubar pelo Corinthians como uma criança que perde o pirulito para um grandão e não chia para não apanhar em casa?

Espero que d’Ale fique e que jamais alguém possa dizer novamente que a Terra é azul.

Se o Inter der metade do que os chineses oferecem, D’Ale fica.

Tenho certeza disso.

Deixá-lo sair não é complexo de vira-lata.

É síndrome de cusco gaudério.

18 de janeiro de 2012

Boa estréia Colorada

Começamos o gauchão vencendo, apenas 1x0 no NH, mas o mais importante são as avaliações sobre o time.
Gostei do Oscar, do Dorival, que escalou e substituiu bem, e do time, que, mesmo em início de temporada, mostrou bom preparo físico, jogando inclusive melhor no segundo tempo do que no primeiro.

A zaga também esteve bem, os laterais apoiando algumas vezes.
Bolatti entrou muito bem.
João Paulo fez algumas jogadas, inclusive teve participação no lance do gol, mas sentiu a responsabilidade de substituir o D'Alessandro.
Dagoberto bem discreto.
Muriel sempre seguro nas defesas.

Na média, um bom começo de ano e de Gauchão.
Acredito que na semana que vem, o time já vai estar mais solto e poderemos fazer um bom jogo contra o Once Caldas.
Ah, e segurem o D'Alessandro, façam o que tiver que fazer, briguem com o Sonda, aumentem o salário dele, mas não é hora de perdemos nosso camisa 10.

18 de dezembro de 2011

Aula de futebol do Barcelona

O Barcelona é o melhor time do momento, Campeão do Mundo, e acredito que este Barcelona é o melhor time que vi jogar.
É um futebol que tem como premissa jogar com a bola o tempo todo e pressionar o adversário, quando este tem a bola, até roubar a bola.
Não existe um jogador que receba a bola, seja o lugar do campo, que não apareça dois jogadores perto para receber a bola.
Não existe chutão, pois não precisa, já que sempre tem alguém perto para receber a bola.

Fora algumas arrancadas do Messi, ninguém conduz a bola.
É um futebol de toques rápidos e de aproximação.

A maneira como o Barcelona anula seus adversários é diferente dos outros, enquanto os outros enchem de zagueiros e volantes para anular os adversários, o Barcelona anula os adversários não deixando que eles tenham a bola.
Hoje o Neymar não jogou porque praticamente não tocou na bola, pois o Santos pouco teve a bola no seu domínio.

E um time que tem jogadores como Messi, Xavi e Iniesta, no melhor momento de suas carreiras, fica difícil para qualquer time segurar este trio.

O brabo é ver times, como o Santos de hoje, que resolveu mudar seu estilo de jogar justo no jogo mais importante do ano, colocando 3 zagueiros e 2 volantes.

Não precisam jogar igual ao Barcelona, mas os times, em especial o Inter, deveriam se preocupar em ter um estilo de jogar futebol, desde as categorias de base, como o Barcelona faz, e assim, buscar sempre jogar no seu estilo de futebol, criando uma cultura de futebol dentro do clube. Proporcionando que o time não fique dependendo de um jogador fazer jogada individual, pois todos jogadores sabem como se deve jogar e mantém a identidade do time mesmo saindo um e entrando outro jogador.

Foi mais uma aula de futebol dada pelo Barcelona hoje.
O problema é que esta aula é dada faz tempo, mas poucos aprendem.

4 de dezembro de 2011

Inter rumo ao Tri da Libertadores

O Inter pode ter iniciado o Tri da Libertadores hoje com a vitória no gre-Nal.
Conquistar vaga na Libertadores vencendo seu principal rival, não tem preço.
Foi uma vitória justa, sem nenhuma grande superioridade Colorada, mas o suficiente para merecer vencer o jogo.

O diferencial aconteceu no intervalo, pois o Inter voltou com a garra que faltou no primeiro tempo.
Foi um segundo tempo com a garra e motivação que eu gostaria que sempre existissem no Colorado, em todos os jogos.
D'Alessandro, Oscar e Moledo foram os grandes destaques.
Moledo joga muito, pelo menos um zagueiro confiável já temos.

Mas uma coisa ficou evidente neste jogo, que se jogarmos este futebol atual, não passaremos, de novo, das oitavas da Libertadores, por isso, é preciso qualificar o time.

Acredito que estamos bem no gol, podendo até dispensar um dos goleiros reservas.
Na lateral direita é indispensável uma grande contratação, mesmo o Nei melhorando neste final de campeonato.
Na zaga, mais um bom zagueiro, já que Juan deve sair, é indispensável contratar.
Na lateral, estamos bem se Kléber e Fabrício ficarem, por sinal, Fabrício entrou muito bem hoje.

Volantes é o que mais temos, portanto, não priorizaria esta posição para contratações, podendo, inclusive, negociar alguns jogadores.
Na armação do meio-campo, também estamos bem, e só contrataria se perdêssemos algum jogador importante.
Talvez algum meia-armador para nível de grupo, mas temos o João Paulo, que melhor trabalhado, pode passar a ser um bom reserva.
E no ataque, precisamos, além da confirmação do excelente Dagoberto, de mais um jogador, pois precisamos de um reserva de qualidade pro Damião, que não pode ser o Jô.

Ou seja, 3 grandes jogadores, para serem titulares, é o mínimo que espero, além de algum outro nome para grupo.
E negociar vários jogadores que não contribuem em nada, é indispensável.

A coisa passa por aí, e tem que começar assim no dia 4 de janeiro, pois se o Inter não iniciar forte o ano, pode ter dificuldades até na pré-Libertadores, pois podemos pegar algum Colombiano de tradição, ainda mais com jogo já no dia 25 de janeiro. É jogo de alto risco se o Inter não se mexer até lá e resolver suas principais carências atuais.

20 de novembro de 2011

Entramos no G5 para não sair mais

Com a merecida vitória Colorada por 2x1 sobre o Botafogo, o Inter chega finalmente ao G5, faltando apenas duas rodadas.
Na verdade, já estamos na quarta posição, com a derrota do Figueirense.
A vitória foi merecida, pois premiou o time mais organizado durante o jogo inteiro, pois o Botafogo só ameaçou no final, quando se mandou prá cima de qualquer jeito e aí apareceu nosso grande goleiro Muriel, com 3 excelentes defesas, garantiu nossa vitória.
Um grande goleiro aparece nas horas decisivas, e Muriel fez isso hoje.

O time Colorado foi bem escalado, com dois volantes, dois meias e dois atacantes, sendo que estes dois atacantes realmente foram atacantes e não em outros casos que se diziam ser dois atacantes e um deles recuava para jogar de meia.
Só temi pela vitória quando saiu o Gilberto, mas como quem entrou foi o Andrezinho, que só joga bem entrando no segundo tempo, o time conseguiu criar mais um gol, graças a um excelente passe de Andrezinho, para Oscar, outro de atuação destacada, garantir nossa vitória.
Aliás, Oscar foi decisivo nos dois gols, que, por sinal, foram duas jogadas muito bem construídas pelos jogadores Colorados.

Tinga e Guinazu, como eu já tinha dito antes, principalmente naquele gre-Nal da final do segundo turno, fazem uma excelente dupla de volantes, talvez a melhor que a gente tenha. Minha única preocupação com esta dupla, é a bola por cima, pois são dois jogadores baixos, mas que compensam com muita movimentação e muita garra, deixando o meio-campo Colorado muito pegador.
Nei e Moledo foram destaques na zaga, sendo que o Nei também foi bem no apoio.

Hoje o Inter jogou com a garra que eu espero que sempre jogue, independente de ter vencido o jogo, foi uma atitude de time grande.
Mesmo com as substituições, que levaram o time a se defender mais e levar pressão no final do jogo, ainda conseguimos alguns contra-ataques e quase ampliamos o placar.

Antes do jogo eu já imaginava que o Inter estava finalmente mobilizado para jogar com muita garra este jogo, pois o pré-jogo mostrava todos Colorados, sejam dirigentes, jogadores, comissão técnica, querendo muito a vitória e prometendo muita dedicação. Até Fernando Carvalho apareceu junto com a delegação para passar sua experiência em momentos decisivos.

As esperanças foram renovadas, temos duas decisões, sendo que uma vitória contra o Flamengo, dependendo dos resultados, podem colocar o Inter em definitivo no G5, sem depender dos resultados da última rodada.
Talvez esta vaga represente pouco para alguns, mas lembro que talvez estejamos vendo o ínício da campanha que trará o Tri da Libertadores.

19 de novembro de 2011

Dois pesos e duas medidas

Juan é expulso no final do jogo contra o Flu, com o Inter perdendo por 2x1 e sem mostrar sinais de reação.
Juan, além da suspensão, é punido pelo clube ficando na reserva nos jogos seguintes, conforme o próprio Dorival disse, sendo que amanhã nem no banco ficará.

Já Bolívar, que entregou muitos gols ao longo do ano, dá uma entrada criminosa no jogador do Bahia, dentro da área, e num lance só poderia ter sido expulso e jogado fora mais uma vitória do Inter, se o juiz marcasse o penalti.
Bolívar, por sinal, já foi expulso várias vezes, uma delas numa semifinal de Copa do Brasil, e nem por isso fui punido, muito pelo contrário.

Mesmo com tudo isso, ele segue com titular, mesmo mostrando muito menos que Juan e Índio, ou seja, o critério não é técnico, e mesmo prejudicando o time muitas vezes com faltas e penaltis desnecessários, ou seja, o critério de não cometer infrações desnecessárias valem para o Juan, mas não vale para o Bolívar.

E ainda, o Bolívar nem é o reserva do Juan, pois o Bolívar e Moledo jogam do mesmo lado, com isso, o Bolívar, além de ser o mais fraco zagueiro que temos, também faz o Moledo, nosso melhor zagueiro, ter que jogar fora da sua posição, sendo deslocado pro lado esquerdo.
Resumo, estamos com o pior zagueiro em campo e nosso melhor zagueiro tendo que jogar improvisado.

Vamos com Bolívar para jogos decisivos do Inter no Brasileirão, que só estamos nesta situação de sétimo lugar, muito pelos pontos perdidos com Bolívar.
Mesmo assim, a direção e comissão técnica Colorada prefere arriscar as poucas chances que temos com o Bolívar.
É um grande erro o risco que estão nos colocando com este jogador em campo, sendo que o Índio e Juan estão a disposição.

O Inter prefere desafiar a lógica do futebol, que é jogar sempre os melhores, espero que pelo menos nestes últimos jogos a sorte esteja conosco, e que os demais jogadores compensem o fraco desempenho do Bolívar, para que possamos pelo menos disputar mais uma libertadores.
E que ano que vem, alguém da direção mostre entender de futebol e evite absurdos como esse se repetirem.

16 de novembro de 2011

Estamos de novo perto do G5

Com a magra vitória de 1x0 contra o Bahia, o Colorado volta a estar perto do G5, pois, dependendo do jogo do Flamengo com o Figueirense, terminaremos um ou dois pontos do G5, sendo que ainda enfrentaremos o Flamengo e o Botafogo, dois times que estão na nossa frente.

Sobre o jogo contra o Bahia, quase nada de bom para se falar, jogo muito ruim, principalmente a arbitragem que não deu dois penaltis claros pro Inter, além de um contra nós, apesar que este não achei tão claro quanto os que não deram pro Inter.
De bom, apenas o fato de jogarmos com dois atacantes e que o Gilberto teve outra boa atuação.
D'Alessandro também teve boa atuação, junto com Moledo, como sempre.

Mesmo o Inter jogando pouco, a vitória foi merecida, prefiro os 3 pontos jogando mal do que jogar bem e não vencer.
Agora, nos resta apenas vencer os 3 jogos que faltam e alguns resultados favorecerem, para pelo menos conquistarmos vaga na Libertadores, já que, mais do que isso, este time não pode almejar mesmo.

13 de novembro de 2011

Inter é a cara de sua direção

Por esta derrota pro Cruzeiro se confirma como eu prefiro jogadores que sabem chutar do que os que preferem tocar bola.
Não gosto nem de volante que não sabe chutar, muito menos de meias e atacantes.
O Inter hoje abusou de chutar mal, chutar em cima do goleiro, bater colocado, quando deveria encher o pé, no canto e fazer logo o gol.
Os jogadores do Inter não tem aquela vontade de fazer gols, parecem que tem medo disso, se apavoram quando ficam na frente do gol, quando o certo é o contrário, tinham que ter vontade de fazer gols, tesão mesmo de jogar e vencer.

É um grupo que aceita as dificuldades e não se indigna com o resultado ruim.
Tocam bola esperando o tempo passar, ficam na cara do gol e erram porque nem querem mesmo fazer.

Temos Damião, que é o típico jogador que tem gana de gols, e por isso nosso ataque está hoje entre os mais positivos, mas tirando ele, a coisa é triste, pois os demais jogadores parecem não saber e não quererem fazer gols.

Para o próximo ano, espero que a direção repense o perfil dos jogadores, que tragam jogadores mais objetivos, que toquem menos a bola pro lado, mas que tenham vontade de vencer, que saibam chutar e decidir jogos.

Na verdade, os jogadores atuais são o retrato desta direção, passivos, resignados, sem garra, sem indignação, um grupo morno, que está na posição que merece, no meio da tabela.
Por isso, fica difícil esperar que esta mesma direção resolva os problemas, pois deve estar muito contente com o desempenho dos atletas, exatamente como eles fariam se pudessem entrar em campo.

Só olhar nosso técnico, um resignado, que nunca escala dois atacantes, sempre com medo de vencer. Quem tem medo de vencer tem mais é que ficar na posição medíocre que estamos.
Só olhar o Atlético-MG, que depois que saiu o Dorival, saiu do rebaixamento e já faz campanha melhor que a do Inter no segundo turno, comprovando a enganação que é este medroso Dorival.

E nossa direção, que faz o absurdo de dividir as tarefas do vice-de futebol Anápio entre as Obras e o futebol, sendo que ele não consegue realizar nenhuma destas tarefas decentemente.
Como explicar Sandro Silva e Ilsinho serem contratados com o vice de futebol dizendo que eles poderiam ser laterais e só quando eles chegaram aqui é que descobriram que isso era impossível?

É mais um retrato da trágica administração Colorada deste ano, que conseguiu acabar com um ataque que tinha Sóbis, Cavenaghi e Alecsandro(essa direção até isso conseguiu, que eu sentisse saudades do Alecsandro), mandando os 3 embora e trazendo o péssimo Jô para substituí-los.

Hoje temos o Damião e mais nada, nem chances damos para os da base e sub-23, preferimos ficar sem atacantes do que arriscar algo, mostrando o medo que toda a diretoria tem de vencer e a falta de conhecimento de futebol que todos eles tem para criar alternativas e saber diferenciar o que é bom do que é ruim, fazendo sempre as piores escolhas.

6 de novembro de 2011

Planejamento errado não perdoa

Pouco a se dizer sobre o jogo de hoje, pois muito já se disse antes.
Sóbis viria ao Beira-Rio jogar, mas contra o Inter, pois o Colorado preferiu deixá-lo ir e assim investir em jogadores como Jô, Ilsinho e Sandro Silva.
Mesmo assim, fui ao Beira-Rio com esperanças, mas acabei por ver meu time perder de perto, coisa que fazia muito tempo que eu não via ao vivo, pois tava sendo pé-quente quando ía aos jogos nos últimos anos.

Eu tenho uma tese de que campeonato de pontos corridos são vencidos pelos times que melhor se preparam.
Times que são bons, mas apresentam algumas posições carentes, podem vencer torneios mata-mata, aonde até empatando as duas partidas pode-se ser campeão.
Mas em pontos corridos, exige-se mais que um time, tem que ter um grupo qualificado.

O Fluminense tinha Fred, mas foi atrás de Rafael Moura e Sóbis para ficar mais forte, trouxe também Martinuccio.
O Inter tinha Damião, Sóbis, Cavenaghi e Alecsandro. Mas preferiu se enfraquecer e apostar em jogadores ruins como Jô, Ilsinho e Sandro Silva, mesmo já tendo jogadores da mesma posição e até melhores no grupo, mas precisavam torrar o dinheiro com alguns jogadores que vieram sem nenhum critério e por pessoas que mostram que não entendem nada de futebol.

Eu fico triste quando vejo o Inter tendo bons jogadores como Muriel, Moledo, Guinazu, D'Alessandro, Oscar, Damião, mas faltar parceria para eles se completarem como time de futebol, simplesmente por que quem mais deveria entender de futebol no Inter, são os que menos entendem.

O Inter precisa se renovar, não poderiam ter demorado tanto tempo para se dar conta que o Moledo era muito melhor que o Bolívar, olhem quantos pontos perdemos por isso, poderíamos estar muito melhor se tivessem se dado conta antes. E, pior, nem foi decisão da direção, pois quem tirou o Bolívar foi o próprio Bolívar.

Quando o Andrezinho saiu hoje do time e entrou o Ilsinho, como primeira opção para mudar o jogo, eu vi que não tinha como dar certo.
O que o Ilsinho fez até agora para merecer ser a primeira opção?
O que o Ricardo Goulart fez para ser a primeira opção contra o Penarol e outros jogos decisivos?
O que o Jô fez para receber tantas chances quando estava em condições?

Estas perguntam só podem ter duas respostas:
Ou ninguém entende nada de futebol no Inter ou os empresários mandam no Beira-Rio.
Seja como for, a coisa é preocupante, ainda mais que as duas alternativas podem estar certas.
Mas como esperar algo de um departamento que o vice de futebol é o coordenador das obras do Beira-Rio e contratou o Sandro Silva e depois o Ilsinho achando que os dois eram laterais-direito?
Que contratou o Jô achando que ele era segundo atacante?

Pois é, as coisas não acontecem por acaso, principalmente em campeonatos longos, de pontos corridos, aí não se pode dar tanta chance ao azar, pois a punição é alta.

30 de outubro de 2011

Finalmente avançamos na tabela

Já tava na hora de sair deste maldito sétimo lugar.
Assumimos o sexto lugar e estamos dois pontos do Fluminense, nosso adversário no próximo domingo, de Beira-Rio com mais de 40 mil pessoas.
Além disso, o quinto colocado é o Flamengo, apenas um ponto na nossa frente.

Foi uma vitória justa do Colorado, tivemos muito mais chances que o Atlético-GO, que a rigor teve uma chance no início do jogo e outra no último lance de jogo.
O Inter perdeu pelo menos 4 grandes chances além do gol marcado.

Damião mostrou que ainda precisa readquirir ritmo de jogo, mas para o jogo contra o Flu, já deve estar bem melhor, pois vai ter uma semana inteira para se preparar.
E o Muriel, além de uma grande defesa, saiu muito bem do gol em vários lances de perigo.
Oscar já começa a mostrar melhoras, foi um dos nomes do jogo, junto com Tinga, muito bem na marcação.

A zaga segurou bem o ataque do Atlético-GO, dando poucas chances de perigo.
E o Kléber, sempre que está a fim de jogo, contribui bastante, fazendo boas jogadas, além do gol da vitória.

Dependemos só de nós para chegar na Libertadores, mas precisamos dar a arrancada que falta, pois só encaminhando uma sequencia de vitórias para buscar de vez nossa vaga na Libertadores.
Time temos para estar entre os 5 melhores, mas precisamos confirmar.
Com as voltas de D'Alessandro, Moledo e Nei, além do Damião melhor condicionado, acredito em grande vitória contra o Fluminense no domingo que vem.

23 de outubro de 2011

Empate frustrante

O Inter fez uma razoável partida contra o Corinthians, poderia ter vencido, até porque o Corinthians pouco ameaçou, mas também o Inter pouco fez para merecer a vitória.
Jogamos um pouco melhor que o Corinthians, mas esperava bem mais no segundo tempo, quando jogamos com um a mais em campo.
Após o gol, tentamos mais administrar o jogo do que buscar o segundo gol, que mataria o jogo.

No final, uma bobeada geral fez a gente ceder o empate.
Começando pela falta sem necessidade em cima do Alex, que buscava exatamente isso, e deveriam ter apenas cercado o jogador.
Depois, uma barreira com apenas dois jogadores, numa posição central, é mostrar que não conhecem a capacidade do Alex.
Alex fez o que fazia pelo Inter quando alguém subestimava sua capacidade.
E ainda o nosso glorioso Jô saiu da frente da bola, se fica parado como se fosse um cone, a bola bateria nele e a gente já teria saído deste eterno sétimo lugar.

Ah, e Muriel falhou na formação da barreira, de novo, e em não chegar na bola.
Já são 4 pontos perdidos por barreiras mal formadas pelo Muriel, alguém precisa ensiná-lo urgente.

Próximo jogo não teremos Moledo, soberano na zaga, e nem o maestro D'Alessandro, sem contar que Nei, que não tem reservas, estará de fora.
Sem Moledo e com Índio machucado, o Bolívar pode voltar.
Com tudo isso, será muito difícil pontuar contra o Atlético-GO, fora de casa, por isso esta vitória contra o Corinthians era tão importante.

Agora nos resta focar em passar São Paulo e Fluminense, pelo menos, e garantir mais uma Libertadores.
E torcer para que a direção faça as contratações certas pro ano que vem, principalmente para o ataque, nosso principal problema do momento.