26 de setembro de 2010

Uma vitória que valeu muito

O Inter fez 3x2 no Corinthians no jogo mais emocionante do campeonato.
Foi um jogo muito parelho, mas o Inter fez por merecer a vitória, pois aproveitou melhor as chances, apesar que o empate não seria totalmente injusto.

O Colorado começou melhor, mas com seu velho problema de concluir pouco a gol, tanto que a única vez que chutou em gol em todo primeiro tempo, foi exatamente no golaço do Tinga, mais nenhum arremate Colorado.
Destaque para o grande passe de D'Alessandro no gol do Tinga.
O Corinthians ameaçou apenas duas vezes, em dois chutes de fora da área, um que Renan defendeu e outro na trave.

No segundo tempo, se não fossem os erros da defesa, o Inter poderia ter sofrido menos para vencer o Corinthians, pois o Colorado desta vez arrematou mais em gol, marcou duas vezes e teve boas chances de ampliar, uma delas o Alecsandro perdeu gol incrível.
Mas foi o mesmo Alecsandro quem nos colocou em vantagem, outra vez em grande passe de D'Alessandro.

O Corinthians já tinha mandado mais uma bola na nossa trave quando o Glaydson perdeu uma bola no meio-campo e entregamos um gol de contra-ataque quando a gente ganhava o jogo por 1x0.
Após o Alecsandro nos colocar na frente de novo, a zaga falhou, rebatendo totalmente errado uma bola, o Renan saiu pessimamente e entregamos mais um gol pro Corinthians, no penalti do Nei.

Ainda bem que tinha tempo ainda e que o Andrezinho estava em campo, pois falta a nosso favor nunca acontece nada, a não ser quando o reserva Andrezinho está em campo.
Os titulares deveriam treinar mais, 50 chutes por treino, não dá mais para desperdiçar tantas cobranças de falta. No primeiro tempo, se o Andrezinho estivesse em campo, aquela falta displicentemente mal batida pelo D'Alessandro, já nos teria colocado em vantagem.
Hoje em dia o futebol está muito parelho e não podemos nos dar ao luxo de não ter nenhum cobrador de falta decente no time titular.

Glaydson, apesar da entregada no primeiro gol, fez uma grande partida e, sempre que joga, mostra um futebol superior ao titular Wilson Mathias.
Pena ele ter levado o terceiro cartão e não jogar contra o Palmeiras.
Por sinal, perdemos 5 jogadores para o próximo jogo. Glaydson, Índio, D'Alessandro e Nei por suspensão e Tinga, por lesão, devem ficar de fora.

Ainda bem que o Alecsandro voltou, pois já ajudou bastante ao ataque do Inter ser mais perigoso. No pouco que ficou em campo, fez um gol, perdeu outro e cavou a falta que resultou no gol do Andrezinho, além de ter conseguido a expulsão do zagueiro do Corinthians.
Já é bastante, pois devolveu força ao ataque colorado, que estava muito fraco ultimamente e marcando pouquíssimos gols.

Agora é tentar manter um bom nível fora de casa, para voltar com força a disputar o título, pois o campeonato está em aberto e podemos sim entrar nesta disputa.


23 de setembro de 2010

Força ofensiva preocupa

Acho que o Inter do primeiro tempo contra o Altético-PR jogou bem, mesmo perdendo o jogo, foi algo parecido com o jogo com o SP, mas o problema da objetividade nos persegue por muitos jogos, nosso ataque faz poucos gols e cria pouco.
Analisando os últimos 13 jogos do Inter, marcamos 10 gols, mas se retirarmos o jogo de exceção que foi contra o SP, aonde tivemos um aproveitamento acima de nossa média, passamos para 12 jogos e 7 gols marcados.
É muito pouco, a gente trabalha bem a bola, domina os adversários em vários momentos do jogo, mas concluímos pouco e fazemos pouquissimos gols para um time que busca títulos.

Precisamos ser mais objetivos e concluir mais em gol.
Tá faltando ataque e principalmente velocidade. Nossos atacantes não tem velocidade e isso dificulta muito para puxar um contra-ataque rápido e pegar de surpresa o adversário.
O que acontece é que recuperamos a bola com frequencia e demoramos para buscar o ataque, dando tempo para os adversários se reposicionarem e assim dificutar nossa busca pela conclusão.
Acho que o Roth deveria tentar achar alguma alternativa no grupo entre os jogadores que tem mais velocidade, como Marquinhos ou algum outro que esteja no sub-23.
Tendo mais velocidade, vamos construir mais ataques, concluir mais a gol e, espero, fazer mais gols.

Da maneira que está, ou a gente tem o aproveitamento ótimo que foi contra o SP, aonde fizemos os gols em praticamente todas as oportunidades que surgiram, ou vamos ter problemas.

19 de setembro de 2010

Inter acaba com último invicto

O Colorado venceu o Vasco por 1x0 e acabou com o último invicto do Brasileirão, que era o técnico PC Gusmão.
Mas o jogo foi muito difícil, o Vasco jogou um pouco melhor no primeiro tempo, aonde teve 3 boas chances de gol, contra uma do Inter, em chute do D'Alessandro.
O Inter errou muitos passes e pouco atacou, já o Vasco marcou pressão a saída de bola Colorada, o que acarretou em muitos erros dos Colorados.

Já no segundo tempo, o Inter equilibrou o jogo, marcou gol bem cedo e depois administrou bem a partida, deixando o Vasco longe de sua área e permitindo apenas uma chance para o Vasco marcar em todo segundo tempo.

D'Alessandro foi quem fez a diferença para o Inter.
No primeiro tempo foi dele as melhores jogadas e no segundo fez o cruzamento perfeito para Edu marcar o gol Colorado.
Depois, soube segurar a bola e ajudar ao Inter a administrar a vitória, segurando a bola e dando bons passes.

Edu, além do gol, não fez muita coisa, mas como atacante vive de gols, o seu gol já foi muita coisa.
Andrezinho não foi bem e o Tinga acabou fazendo muita falta, deixando o meio-campo desequilibrado sem a sua presença.

Esta semana é decisiva para o Inter no campeonato, se tudo der certo, podemos acabar a semana bem próximos do líder, pois o Corinthians pega o Santos no meio da semana e o Inter enfrenta o Atlético-PR na quarta-feira e no domingo pega o Corinthians no Beira-Rio.
Com bons resultados, entramos de vez na disputa do título.

16 de setembro de 2010

Inter retoma sua identidade

O Inter retomou seu estilo de futebol na grande vitória por 3x1 contra o SP.
A marcação forte, pressionando no campo do adversário, com posse de bola, toques rápidos, mas sempre buscando o gol, é a marca do time do Roth, que tinha sido esquecida por alguns jogos e foi retomada neste jogo.
O Inter foi de novo um time compacto, dominando o meio campo e tendo os jogadores mais próximos uns dos outros, o que facilita muito o toque de bola.
Com este estilo de jogo, o Inter é candidato ao título de qualquer campeonato, diferente do estilo anterior, que não conseguia ser melhor nem em relação ao lanterna Goiás.

Esta mudança de atitude ocorreu com a mesma estrutura de time anterior, foi apenas a postura e posicionamento melhores.
Por coincidência, ocorreu quando o Roth teve um dia a mais de treinamento e pode fazer treinos que antes estava difícil, entrosando melhor os jogadores.

Tá certo que o esquema atual favorece quando o Inter encara times grandes e fora de casa, pois o Colorado tem mais espaço e o toque de bola envolvente é mais eficaz.
Contra times fechados no Beira-Rio, o Inter precisa tocar menos a bola e usar mais da velocidade para furar as retrancas.

Esse trio com D'Alessandro, Tinga e Giuliano é de muita qualidade e foi o que fez a diferença hoje.
Guinazu saiu e o time jogou até melhor, pois Glaydson esteve muito bem.
Mathias também melhorou e até gol fez, apesar de ter sido lento no gol do SP.
E a zaga esteve praticamente perfeita.

Agora é encarar o Vasco com o pensamento de não desperdiçar mais um jogo em casa para podermos nos aproximar dos líderes, em caso de vitória.

13 de setembro de 2010

Falta de gols começa a preocupar

O Colorado, com este 0x0 com o Goiás, voltou a ficar um jogo sem marcar gols.
Nos últimos 4 jogos, é o terceiro jogo que não marcamos gols.
Achava que era a falta do D'Alessandro que estava influenciando na produção ofensiva, mas a volta dele não adiantou e pouco produzimos.
Além disso, no pouco produzido, concluímos mal.

É preocupante, pois Sóbis e Alecsandro estão fora, Damião é garoto, assim como o Sasha e o Marquinhos, precisava alguém com mais experiência para dar tranquilidade ali na frente na hora de decidir.
Tomara que os lesionados e o Illan, possam aparecer logo no time, pois a escassez ofensiva já começa a preocupar, e a pressão está caindo toda em cima da garotada.

9 de setembro de 2010

Inter depende demais de D'Alessandro

Empate sem gols com vitória, vencemos o Prudente com extrema dificuldade e derrota por 1x0 pro Cruzeiro.
Nos 3 jogos que D'Alessandro ficou de fora do Inter para jogar dois minutos pela Argentina, o Inter perdeu quase que totalmente seu poder de criação de jogadas.

Espero que o Inter reveja nas próximas convocações e faça um plano para ficar menos jogos sem o D'Alessandro, pois ele viajou na quarta-feira passada, poderiam ter tentado que ele tivesse viajado na quinta e assim ter jogado contra o Vitória.
E ele jogou dois minutos em Buenos Aires na tarde de terça-feira, um avião na noite de terça e ele estaria jogando na quarta-feira contra o Cruzeiro sem nenhum cansaço maior.

Sem D'Alessandro, ficamos assustadoramente sem criação, o que me leva a crer que somos dependentes, muito mais que eu imaginava, do D'Alessandro.

Ah, mas porque será que a nosso favor nunca marcam penalti?
Damião foi agredido dentro da área do Cruzeiro e o juiz fez que não viu.

28 de agosto de 2010

Resultado foi melhor que a atuação

O Inter venceu o Botafogo por 1x0, mas sua atuação não foi das melhores.
Em termos de controle do jogo, até estivemos bem, jogamos com a bola quase todo primeiro tempo, só permitindo algo para o Botafogo nos últimos 5 minutos.
Já no segundo tempo, o controle de bola continuou bom, o problema todo foi que o Inter controlava bem a bola, permitia poucos avanços do Botafogo, mas criamos poucas chances de gol.
A maioria dos lances perigosos que tivemos, foram arremates de fora da área.
O time parecia mesmo sentir um pouco o desgaste dos jogos em sequencia e as partidas em paralelo com a Libertadores.

Em termos de destaques individuais, Renan voltou a jogar muito bem e fez 3 grandes defesas no final do primeiro tempo, além de mais duas no segundo tempo.
Derley foi uma surpresa, jogou bem e pode entrar na briga por uma vaga de titular no lugar do Sandro.
D'Alessandro manteve seu nível, sendo o maestro do time. Tinga também teve bom desempenho.
Damião segue mostrando que é oportunista.
E o Sóbis começou a melhorar, já arriscou alguns chutes a gol, mas ainda carece de mais ritmo, pois sua evolução está sendo lenta, mas pelo menos joga um pouco melhor a cada partida.

Agora é esperar que o time possa manter esta boa fase e siga em busca do Fluminense.
Contra o Vitória será um jogo muito importante, pois se conseguirmos uma vitória, depois teremos o Prudente em casa, e aí, com mais uma vitória,  já deveremos estar bem mais próximos do Fluminense, que terá jogos difíceis contra o São Paulo, Palmeiras e Guarani(fora).

25 de agosto de 2010

Grande vitória Colorada contra o Avaí

Grande vitória Colorada contra o Avaí, lembrando muito a vitória do ano passado, pois, foi lá e de forma incontestável, com o time jogando muito bem, da mesma forma que foi ano passado.

Nossa vitória começou pela grande atuação do Renan, que fez 3 grandes defesas e transmitiu toda a segurança que se espera de um goleiro do Internacional.
Se o Renan seguir assim, será titular incontestável e poderemos deixar de nos preocupar com esta posição.

Depois, nossa vitória passou pela zaga, perfeita em quase todo jogo, sendo que o Índio, além de defender muito, ainda fez um golaço de cabeça, gol histórico, que lhe coloca como o zagueiro que mais fez gols pelo Colorado em todos os tempos.

Nei e Kléber tiveram boa atuação, tanto no apoio quanto na marcação.
Os volantes foram bem, mas Wilson Mathias pegou um juiz sem critérios bem definidos e teve sua atuação prejudicada pela sua expulsão. Por sinal, não entendo como um juiz pode expulsar o Mathias pela falta que fez e não dar cartões para os jogadores do Avaí em vários lances muito mais violentos.
 
Sobre o Glaydson, estava indo bem, inclusive fazendo um cruzamento perfeito para o gol do Índio, mas, após a expulsão do Mathias, o Glaydson não foi bem, foi, na verdade, excelente, jogando muito e começando na frente na disputa da vaga deixada pelo Sandro.

Tinga e D'Alessandro mantiveram suas médias, com o Tinga se movimentando muito e o D'Ale sendo o maestro do time, responsável pela articulação de todos os ataques Colorados.
Na frente, Sóbis lutou muito, conseguiu algumas jogadas, mas é nítido que está fisicamente abaixo dos demais jogadores, por consequencia, ficou devendo futebol.

E o Taison se despediu tendo uma razoável atuação, puxando alguns bons ataques, mas não tendo um acabamento final adequado.
Acho que se os valores forem os divulgados pela imprensa, vendemos bem o Taison e é um jogador que temos jogadores talvez melhores no elenco, como Sóbis e Marquinhos.
Espero que mais nenhum titular saia, que o Taison tenha sido o último antes do mundial.

Por último, elogiar mais uma vez o Celso Roth, que armou muito bem o Inter, mantendo o mesmo estilo dos jogos com o Chivas, e fazendo as substituições certas para manter o time bem, mesmo depois de ter um jogador expulso.

Agora é pegar o Botafogo, ganhar deles para ultrapassá-los e, assim, assumirmos o terceiro lugar, já pensando em buscar os dois líderes.

19 de agosto de 2010

Eu já sabia...

O Inter ganhou sua segunda Libertadores na conquista mais emocionante que se podia imaginar.
Estivemos muito perto de cair fora algumas vezes, em outras parecia quase impossível reverter, mas sempre tinha um jeito de superar os obstáculos.
A cada adversário superado no detalhe, eu ficava mais confiante no título, no fundo sabia que ele viria, mas também sabia que teria que ser com muito sofrimento, como acabou sendo.

O Colorado passou uma primeira fase empatando fora e vencendo em casa, mas só conseguindo a classificação no último jogo, em uma partida que seu adversário da próxima fase mudou várias vezes, até Giuliano retirar o perigoso Cruzeiro do caminho Colorado e encaminhar as oitavas contra o argentino Banfield.

Giuliano fez gol importantíssimo fora de casa, o único marcado pelo Colorado nos 3 jogos fora da primeira fase, mas que garantiu empate na altitude de Quito.
Por sinal, neste jogo teve até penalti marcado pelo juiz, mas que ele acabou voltando a trás.
Além disso, o Colorado teve um atacante recém lançado ao time principal que incrivelmente preferia ficar em casa do que ajudar seu clube numa Libertadores.

Nas oitavas, contra o Banfield, começou perdendo por 3x1, um placar bem complicado de reverter, mas conseguiu os exatos 2x0 no Beira-Rio e passou a mirar o atual campeão da América.
Contra o Estudiantes, nova vitória no Beira-Rio, mas por apenas 1x0. Era preciso fazer gol na Argentina, pois dificilmente o forte Estudiantes deixaria de marcar.
E eles marcaram logo 2x0 já no primeiro tempo. Foi aí que a estrela de Giuliano brilhou novamente. Ele apareceu no meio da fumaça para marcar o gol da classificação aos 43 minutos do segundo tempo, num passe mágico de Andrezinho.

Este jogo marcou um fato importante para a conquista do título. A suspensão de Lauro e Walter acabou sendo benéfica, pois a direção trouxe Renan e Sóbis, que viriam a dar mais opções de qualidade superior aos suspensos para o restante da Libertadores, que parava para a Copa do Mundo.

Na retomada, já com Roth no comando técnico e com um time muito melhor armado do que com Fossati, com um estilo de jogo muito equilibrado em todos os setores e que era igual dentro e fora de casa, o Inter encarou o poderoso São Paulo e foi melhor nos 180 minutos de jogo. A classificação veio em jogo dramático, pois Tinga foi de novo expulso, como em 2006, e tivemos que recuar para garantir a vantagem conquistada em Porto Alegre com mais um gol de Giuliano, reforçada pelo gol de calcanhar de Alecsandro no Morumbi.

E por fim veio o Chivas, aonde o Inter terminou o primeiro tempo das duas partidas perdendo de 1x0 e virou em ambas, mostrando um futebol superior o tempo inteiro e sendo totalmente merecedor de ser Bi-Campeão da América.
Prá variar, Giuliano marcou gols importantes nos dois jogos, coroando sua participação com o terceiro gol no Beira-Rio, simplesmente uma obra-prima, passando por dois adversários e colocando por cima do goleiro.
Neste jogo final, destaque total para Celso Roth que mudou o comportamento do time no intervalo, pois o time estava com dificuldades, e o Inter jogou demais no segundo tempo, com excelente participação de Kléber, o melhor jogador deste jogo final.

Giuliano foi o melhor jogador da Libertadores, com Sandro, Bolívar, Guinazu e D'Alessandro vindo logo a seguir, nesta ordem.
Sandro é um jogador que vai deixar saudades, pois está num crescente, cada dia jogando mais, lembrando o futebol dos melhores volantes que vi jogar em todos os tempos.
Tinga foi importante reforço e ajudou bastante no segundo jogo contra o São Paulo e na grande final.

Pintamos de Vermelho outra vez a América, no fim do ano podemos pintar o mundo de Vermelho outra vez, mas antes, vamos dar uma caprichada no Brasileirão, que ainda podemos reconquistar este título.
Sabemos que o Brasileirão será difícil, pois o Fluminense está disparando, teremos que nos preparar para o mundial, mas podemos ganhá-lo, pois difícil será algum título ser mais emocionante e dramático do que este título da Libertadores 2010, depois dele, nada mais é impossível para o Colorado.


18 de agosto de 2010

Papai é o Maior...e também é Bi-Campeão da América

Papai é o Maior (Rolo Compressor)

Papai é o maior
Papai é que é o tal
Que coisa louca, que coisa rara
Papai não respeita a cara

Papai é BI-CAMPEÃO
Papai não tem rival
Papai “tá” com a razão
É colorado , Internacional!!

15 de agosto de 2010

Derrota esperada, mas com postura inesperada

O Inter, de Celso Roth, perdeu, como esperado, já que foi com os reservas, mas mostrou um desempenho que fiquei muito decepcionado.
Acho que o mínimo que eu espero é um time competitivo, se perder, tudo bem, mas pelo menos estava bem organizado e com ambição de vencer, se não conseguiu, foi porque o adversário foi melhor.
O que fico triste é saber que com estes mesmos jogadores, poderíamos jogar muito mais e não quisemos isso.

O primeiro problema do Roth foi escalar 3 zagueiros, 2 volantes e apenas 1 atacante, num esquema 3-6-1 que ninguém no Inter teve coragem para dizer pro Roth que esse esquema era o esquema que fracassou com o Fossati, que só classificou o Inter quando passou para o 4-4-2.
O segundo problema do Roth foi ter colocado o Oscar no fim do primeiro tempo, dar entrevista no intervalo que apostava muito no Oscar para o segundo tempo e tirá-lo aos 12 minutos, exatamente quando o Oscar já tinha puxado dois ataques e começava a se soltar no jogo. Queimou o Oscar de forma injustificável, além de prejudicar o time.
O terceiro problema do Roth foi tirar um atacante perdendo de 2x0 e abdicar totalmente de atacar, pois colocou um volante para segurar resultado de derrota aos 12 minutos do segundo tempo.
Ficamos com 3 zagueiros, 3 volantes e apenas o Sóbis, que ainda está ganhando ritmo, na frente.

Gostaria de entender porque o Roth decidiu perder este jogo, porque resolveu desistir de tentar algo.
Se queria perder, porque viajou para o Rio? Porque não ficou em Porto Alegre treinando os titulares?
Prá mim, não tem desculpa que a nossa prioridade é a Libertadores, isso a gente sabe, a gente entende, esse jogo com o Fluminense já esperava a derrota, só não esperava a postura de derrota do time.
Podemos jogar com reservas, mas não precisamos jogar com postura para perder o jogo, e ainda entregar o jogo mais ainda ao longo da partida.

O Roth queimou o Oscar injustamente e o Everton, que tinha saído com justiça contra o Chivas, mas deixá-lo fora do time reserva e nem entrar ao longo do jogo, aí sim ele queimou o jogador.
Contra o Chivas foi justificado, mas contra o Fluminense não entendo porque o Everton não entrou. Que entrasse então no lugar do Oscar, já que o Roth tinha decidido queimar o guri, pelo menos entra com alguém que pode fazer algo no ataque e não um volante.
Sem dúvida nenhuma foi um dia terrível do Celso Roth.

Sobre os jogadores, Eller foi mal e substituído corretamente, pois estava pedindo para ser expulso.
Leonardo, se eu fosse dirigente, dispensava na hora após ver uma partida destas. Não apoia e marca muitíssimo mal. Se é esse que vai ser nosso titular no mundial, temos urgentemente que buscar um jogador melhor. Pode ser que tenha sentido a estréia, mas a amostragem foi tão longe do mínimo esperado que acho difícil que melhore tanto após mais jogos. Tomara que eu esteja enganado.
O Andrezinho foi péssimo, parece desmotivado.
E o Sóbis foi poupado, pois apenas entrou em campo, visto que o Inter não colocou ninguém para jogar com ele, ficou isolado e praticamente não tocou na bola.

Espero que esta recaída do Roth tenha sido momentânea, num momento que até poderia acontecer, mas que isso não ocorra mais, pois a grandeza do Inter, o patamar alcançado pelo Inter e que projetamos continuar no topo por muito tempo, não podemos permitir mais técnicos como o Fossati e como o Roth foi hoje, espero que esta mentalidade de time pequeno seja abolida do Beira-Rio definitivamente.

Que na próxima quarta-feira o pensamento seja totalmente outro e o time mostre uma estrutura de time vencedor, para que a gente possa comemorar o título da Libertadores 2010 e muitos outros que iremos buscar nos próximos anos.


12 de agosto de 2010

Inter vence ao natural e está próximo de reconquistar a América

O Inter venceu o Chivas por 2x1 no México, em grama artificial, mas a vitória Colorada aconteceu ao natural, com o time jogando muito melhor os 90 minutos do jogo.

E isso que o Roth ainda deu uma chance ao azar ao colocar o Everton no lugar do Alecsandro aos 30 minutos do primeiro tempo.
Do tempo que o Everton esteve em campo, até os 26 minutos do segundo tempo, quando o Everton saiu para entrada do Sóbis, o Inter dominou, mas não conseguia concluir, pois Everton não sabia se posicionar e nem ter imposição física, mais atrapalhando os ataques do que ajudando.

Quando Roth corrigiu seu erro e colocou o Sóbis em campo, mesmo que este não tenha participado diretamente dos gols, o Inter virou e fez justiça ao seu melhor futebol.
A rigor, o Chivas fez o gol, numa incrível desatenção do time, principalmente do Indio e do Renan, e mais nada.
O Chivas foi totalmente dominado e não ameaçou mais o Inter em nenhum momento.

Bolívar, Sandro e Guinazu, de novo, foram soberanos na marcação, com o Bolívar coroando sua grande atuação com o gol da vitória, em excelente cruzamento de D'Alessandro e ótimo passe de Índio.
D'Alessandro, por sinal, foi o maestro do time, jogando muito.

E o Giuliano é iluminado mesmo, o grande nome Colorado nesta Libertadores, sem a menor dúvida. É nosso goleador e o que fez os gols mais decisivos.
Desta vez, marcou um golaço de cabeça, após um passe sensacional de Kléber.

Somos praticamente Bi-campeões da América, falta só confirmar o título num Beira-Rio lotado.
Com certeza faremos a festa na semana que vem, pois somos muito melhores que o Chivas.
VAMO VAMO INTER.


6 de agosto de 2010

Papai é o maior...

E os guerreiros Colorados conseguiram o que toda a nação Colorada queria, jogaram bola, de igual prá igual o tempo inteiro com o São Paulo, com muita raça e qualidade e estamos garantidos na final da América e nas finais do Mundial.

Perdemos o jogo, mas jogamos bem, o placar acabou sendo injusto, pois o empate estaria mais adequado, por tudo que ocorreu, já que no primeiro tempo, além da falha do Renan, quase nada mais o SP produziu. No segundo tempo o mesmo, além do gol do Ricardo Oliveira, muito pouco o SP ameaçou.
Já o Inter, teve chance com Taison no primeiro tempo e Tinga poderia ter definido o jogo no segundo tempo, perdendo a chance mais clara do jogo.

Sandro foi o maior dos gigantes do jogo. Impressionante o que jogou. Cada jogo que passa, mesmo estando vendido, com seleção Brasileira esperando, e assim mesmo o Sandro joga mais a cada jogo, é sem dúvida nenhuma o melhor volante Brasileiro do momento.
Guinazu e Tinga também jogaram muito, pena o Tinga ter sido expulso, pois perdemos o Tinga num jogo muito importante que é lá no México, já que ainda não ganhamos nenhuma partida fora de casa nesta Libertadores.
Bolívar também foi outro que jogou muito.

E o Alecsandro estava lá, no lugar certo, como se fosse um cone, como alguns insistem em dizer, pois a bola bate nele e entra, mas o que importa é que o gol saiu, e centroavante precisa ter estrela, coisa que o Alecsandro mostrou ter. Não importa como o gol acontece, desde que ele aconteça, aí a torcida sempre agradece e faz a festa.

E como o dia dos pais está chegando, só podia dar Inter, afinal, papai é o maior...sempre.
Que venha o Chivas, a Internazionale, que estamos prontos para sermos campeões de tudo, outra vez.

5 de agosto de 2010

A mais importante semifinal de todos os tempos

Hoje se decide a semifinal mais importante de todos os tempos, pois vale vaga para a final da Libertadores e vaga no mundial de clubes.
É a semifinal do século.

Porto Alegre amanheceu com chuva fina, garoa, muito parecido com o dia 16 de agosto de 2006, quando matamos o SP na Libertadores.

Naquele dia, Fernandão e Tinga foram protagonistas.
Hoje, espero que apenas o Tinga comemore ao fim do jogo, junto com os iluminados Sóbis e Giuliano, que espero que entrem e decidam o jogo a nosso favor.

Avante Colorado e que este jogo seja por nós sempre lembrado como um jogo histórico e que nos trouxe muitas alegrias, uma delas, a volta a disputar um mundial.

1 de agosto de 2010

Um gre-Nal prá esquecer

Praticamente nada para se comentar deste gre-Nal.
De positivo, que o Renan jogou muito bem, de resto, nada a comentar, pois o gre-Nal foi truncado e com mais chances pro gremio do que pro Inter, na verdade, só uma chance pro Inter e mais nada.
Sóbis lutou muito mas ficou bem abaixo do esperado.

Como foi time misto e a gente até ganhou posição na tabela, mantendo o foco na Libertadores, dá para relevar.
Mas quinta-feira o Indio não pode ter as desatenções que teve hoje, quase entregando gol para eles.
Agora é encarar o SP com a raça de todos os jogadores, pois não vai ser fácil lá, o SP tem excelentes jogadores e se a gente não tiver 100% da atenção, podemos nos complicar.